sábado, 14 de agosto de 2010

Como lutar contra os pecados?

É preciso ter paciência consigo, especialmente nas quedas e nos pecados. Calma e paciência e nada de ficar pisoteando a própria alma, demonstrando um orgulho escondido e refinado de quem não aceita a própria fraqueza. Somos fracos mesmo. Por isso Jesus nos deixou o maravilhoso sacramento da confissão.
É grande orgulho não aceitar a própria miséria. Deus é paciente conosco, como, então, não teríamos paciência com nós mesmos? Até quando, meu Deus, aguentarei os meus pecados?

São Francisco de Sales ensinava: “Considerai os vossos defeitos com mais dó do que indignação, com mais humildade do que severidade, e conservai o coração cheio de um amor brando, sossegado e terno”.
Depois do pecado, o demônio do desespero corre para nos dizer: “Tua alma está morta, está perdida, não incomodes mais o Mestre…” (Mc 5, 35-43).
Nesta hora temos de dizer como Jó: “Ainda que o Senhor me tirasse a vida, ainda assim esperaria n’Ele”.
Apesar dos nossos pecados, Jesus nos ama com um amor infinito. Santa Terezinha garante que “quanto mais pobre e miserável é nossa alma, tanto mais apta está para as operações do Amor que consome e transforma”.

Talvez você seja uma mãe que chore por seu filho estar na perdição deste mundo; não se desespere, confie e espere no Senhor. A viúva de Naim não podia imaginar que Jesus fosse aparecer quando o seu filho já estava morto e o devolvesse vivo…
Dizia São Martinho de Tours que “a intervenção da Providência Divina é tanto mais certa quanto menos prováveis os recursos humanos”. Quando tudo falha… Deus age.
Santa Mônica rezou longos 20 anos pela conversão do seu querido Agostinho, mas teve a alegria de vê-lo um dia convertido, e muito mais: sacerdote, bispo, santo, doutor da Igreja, um dos homens mais importantes que o mundo já viu. Tudo porque ela não desanimou de rezar.
São Francisco de Sales dizia que “a Providência Divina demora o seu socorro para provocar nossa confiança”. Deus firma a nossa confiança provando-a. Não tem outro jeito. Portanto, não se aflija durante a boa prova da confiança. Seja corajoso. Os méritos serão muito maiores.

Santa Terezinha gostava de lembrar que “a nossa desconfiança é o que mais fere o Coração de Jesus”. Na mesma linha de pensamento, São Bernardo, o grande santo doutor, afirmava: “Possuireis todas as coisas sobre as quais se estender a vossa confiança. Se esperais muito de Deus, Ele fará muito por vós. Se esperais pouco, Ele fará pouco”.
Portanto, alma querida, confia muito, espera bastante, e não tenha receio de pedir muito; isso não é falsa humildade.
O autor da obra “A Imitação de Cristo” ensina que o “que o homem não pode emendar em si ou nos outros, deve sofrê-lo com paciência, até que Deus disponha de outro modo.”
Caiu? Levante-se! Peça a Deus o perdão. Perdoe a si mesmo e continue a caminhada. Não é porque perdemos uma batalha que vamos perder a guerra contra o pecado.

As tentações não nos afastam de Deus quando não cedemos a elas, mas nos aproximam ainda mais do Senhor. Muitos santos foram tentados horrivelmente. Sentir não é pecado, pecado é consentir. Enquanto você não for conivente com o erro, não pecou, mesmo que tenha de conviver com ele.
As tentações contra a pureza nos tornam mais castos quando as superamos; as tentações contra a ira nos tornam mais mansos; as tentações da gula nos tornam mais fortes na temperança. O combate contra a tentações nos fazem mais fortes e mais vigilantes.
Em meio à tentação parece que o inferno está contra nós; muitas vezes, vem o desânimo, o desejo de blasfemar, de desesperar, de se revoltar contra Deus… Calma, paciência, fé e abandono em Deus são necessários.

Santa Catarina de Sena, uma das três doutoras da Igreja, depois de uma fortíssima tentação, perguntou a Jesus: “Onde estavas, meu Jesus, durante esta tempestade?” E Jesus lhe respondeu: “No meio do teu coração.”
Muitos santos sofreram tentações de fé terríveis: Santa Terezinha, São Vicente, Santa Margarida. A esta última Jesus disse: “Serás perseguida pelo demônio, pelo mundo, e por ti mesma; as tuas três cruzes.”

Santa Terezinha, na luta contra as tentações da fé, dizia: “Pronunciei mais atos de fé no espaço de um ano do que em toda a minha vida passada.”
“A cada nova ocasião de combater quando o inimigo me quer provocar, procedo com valor. Como sei que o duelo é covardia, não enfrento o adversário, dou-lhe sempre as costas e corro, pressurosa para Jesus… É tão doce servir o bom Deus na noite na prova! Só temos esta vida para viver de fé” (idem).

Talvez nem Santo Agostinho, nem Santa Maria Madalena, nem muitos outros santos se tivessem santificado se não tivessem caído. Foram grandes no pecado e grandes na santidade. Tiveram de tocar o chão duro para experimentar a misericórdia de Deus.
O grande santo também afirmava que “entre a Misericórdia e a miséria há uma ligação grande que uma não pode se exercer sem a outra.”
A nossa miséria nos confere um direito sagrado de confiar na Misericórdia. Ou me salvo, confiando na Misericórdia, ou me condeno desesperado, sem ela.
Não é à toa que Jesus mandou Santa Faustina escrever no quadro da Misericórdia: “Jesus, eu confio em Vós!”

Diante de Deus tem mais direito quem mais necessita. Entre muitos doentes, qual deles é atendido primeiro? É o mais enfermo. Foi para socorrer a nossa miséria que a Misericórdia baixou à terra.
Santo Agostinho dizia que até os nossos pecados contribuem para a nossa santificação quando os aproveitamos bem. Portanto, coragem e confiança, alma humana, que vive a cair!

Fonte: Blog Prof. Felipe Aquino

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Agende Conosco!

Salve Maria!
Devido à alguns problemas técnicos com email de agendamento das visitas da Imagem Peregrina de Nossa Senhor de Fátima, trocamos o email que agora é apostoladomf@yahoo.com.br. Então não perca essa oportunidade de ter em seu lar, na sua paróquia, residencial, a visita da Imagem Peregrina do Santuário de Fátima!!
Para saber mais: http://www.apostoladomudialdefatima.blogspot.com/

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Eu sou um escolhido

Segue um pedacinho da pregação do último encontro do Grupo de Oração Aliança Eterna, na Campanha de 7 Semanas de Oração,na última terça dia 10. Pena que é só um pedacinho....Pra você que faltou ou para relembrar o que Deus está sempre falando conosco!

"Nós somos escolhidos, nós somos um milagre de Deus, ao qual Ele depositará vitórias." Alex Caetano

Ops!, desculpem a diagramação, o vídeo ficou invertido, tentaremos melhorar. Fiquem com Deus!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Coração de Jesus

Jesus nos conheceu e nos amou com um coração humano. O seu Coração transpassado para a nossa salvação é o símbolo daquele infinito amor com o qual ele ama o Pai e cada um dos homens.
Um coração para amar....ao me criar Tu me destes...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Blog Apostolado Mundial de Fátima

Salve Maria!!
Novidade para os leitores, principalmente para os apaixonados por Maria. Já está em vigor o Blog do Apostolado Mundial de Fátima. Como já mencionado aqui, a Comunidade Mariana Aliança Eterna também faz parte deste movimento aqui no Brasil!!! Entre lá e confira!! Você saberá tudo sobre este movimento, sobre as peregrinações da Imagem da Virgem de Fátima no mundo e aqui no Brasil! Como todos já sabem, a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima está aqui na diocese de Campos, saiba passo a passo da Peregrinação, local, data, hora, e fique por dentro da Agenda da Imagem Peregrina.

Entre lá e dê o seu testemunho com Maria!!
A PAZ!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Busque o Alto

“Buscar as coisas do Alto. Não podemos ter medo de sonhar com grandes ideais. Triste de quem se acomoda e se apequena com reduzidos propósitos. A vida é feita de grandes projetos. O ser humano é chamado para grandes ideais. Os grandes sonhos nos dão força para superarmos os pequenos e grandes obstáculos”
Padre Léo

Fonte: Blog Fotos que falam

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Nossa Comunidade

Para aqueles que não conhecem a sede de nossa Comunidade aqui vai algumas fotos e o convite para conhecê-la. Sejam todos bem-vindos!!!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Hoje:São João Maria Vianney


Conhecido e amado como o cura D`Ars, um povoado francês, ao norte de Lião onde exerceu o seu ministério sacerdotal, João Maria Vianey (1786-1859) é um daqueles homens aos quais se aplicam as palavras de São Paulo: " Deus escolheu os mais insignificantes para confundir os grandes". Este camponês de mente rude, nascido em Dardilly, tinha passado pela tempestade revolucionária e pela exaltada epopéia napoleônica sem sequer perceber. Ou melhor, teve de se esconder por um certo período, por haver desertado do exército napoleônico em marcha para a Espanha sem entender a gravidade de seu comportamento, somente porque não conseguia acertar o passo com o seu batalhão.

No seminário ainda lhe foi mais difícil acompanhar os seu colegas de estudo pela confusão mental que fazia diante de uma simples página de filosofia ou de teologia, pelo que os seus mestres, desanimados, deixaram até de interrogá-lo. É uma lástima, disse um deles ao Vigário geral, porque é um modelo de piedade. " Um modelo de piedade? - exclamou este. - Então eu o promovo e a graça de Deus fará o resto." Em 1815 deram-lhe as ordens sagradas, mas sem a autorização para confessar, pois julgavam-no incapaz de guiar as consciências. Quem poderia imaginar que João Vianney se tornaria um dos mais famosos confessores que a história da Igreja conhece?

Após um ano de aprendizado em Ecully, sob direção do abade Balley, a quem atribui-se o mérito de haver percebido naquele bobo "iluminado" os ocultos carismas da santidade, João Maria Vianney foi para Ars como vigário capelão, e depois a ser vigário ou cura. Ars, sobre o planalto de Dombes, tinha apenas 230 habitantes, que viviam em casas com tetos de palha. Os únicos centros de divertimentos eram quatro hospedarias com bastante movimentação, contra as quais o jovem cura começou a trovejar do seu púlpito. Tanta severidade poderia afastar aquela gente. Ao contrário, dez anos depois, Ars estava completamente transformada. Tavernas desertas e a igreja povoada. Pois a severidade do vigário jamais estava separada de uma incomensurável bondade e generosidade. Possuía somente a desbotada batina que tinha no corpo. Mas era capaz de privar-se de sapatos e meias na estrada se encontrasse um pobre infeliz, ocm quem trocava até as calças se as do mendigo estivessem piores que as suas. Morreu aos 73 anos, a 4 de agosto de 1859. Antes mesmo que Pio XI o inscrevesse no álbum dos santos em 1925, Ars, já havia se transformada em meta de peregrinações.
Seu corpo permanece incorrupto como na foto!!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Week-end

"Week-end" é a expressão inglesa que significa "descanso de fim de semana". Trabalha-se cinco dias ou pouco mais no confinamento dos escritórios ou dos estabelecimentos, no ruído das cidades, aprisionados entre asfalto e o cimento, em uma atmosfera pesada: mas , chegando o sábado, parte-se para dois dias de repouso, possivelmente nos campos ao ar puro, num cenário de verde e repousante vegetação. O que aí se procura é o repouso, uma distensão após o trabalho.
O domingo cristão, ao invés, é algo de maior: não é um simples "week-end" em que se introduz a Missa, mas é um dia todo ilumindado pela luz do Senhor Ressuscitado: a Missa é certamente o momento maior e mais nobre do domingo cristão, mas não é tudo e não basta ter ido à Missa para ter vivido e santificado a festa.

O domingo cristão é o dia em que os cristãos deixam de ser homens da máquina, do trabalho agitado e febril, para se recordarem que são ressurgidos e assim se elevarem até as coisas eternas na oração, pela participação nos divinos mistérios, na meditação da Palavra de Deus.
E como consequencia dessa "libertação pascal" lhe vem a alegria, o alegre encontro com os amigos e as pessoas caras, o lazer, o divertimento.

Fonte: Livro Liturgia para o Povo de Deus- d.Carlo Fiore; d.Hildebrando P.Martins; 4ed.
Foto: Igreja Westminster - Sta. Margarete, Londres

domingo, 1 de agosto de 2010

Dica: O Banquete do Cordeiro

Já que falamos no último post um pouco sobre a Eucaristia, sobre Ação de Graças, vamos aproveitar então e falar um pouco da Santa Missa. Ora, para que se faça uma Ação de Graças é necessário primeiro compreender os mistérios da Santa Missa, enteder a importância da Eucaristia para que se possa dar a ela seu devido valor. Como dar valor aquilo que não conhecemos direito? Para isso propomos um livro exemplar: O Banquete do Cordeiro, a missa segundo um convertido de Scott Hahn. Edições Loyola.

Essa aproximação à Eucaristia foi feita por um protestante calvinista convertido ao catolicismo quando se pôs a estudar a vida dos primeiros cristãos. O autor explora o mistério da Eucaristia com olhos novos e fala da missa como um poderoso drama sobrenatural, no qual o sacrifício real do Cordeiro traz o céu à terra.


Scott Hahn é professor de teologia e de Escritura na Universidade Franciscana em Steubenville, Ohio, EUA. Ele fundou e dirige o Institute of Applied Biblical Studies e presidiu a Fundação dos Missionários da Fé. Casado, tem seis filhos.

Boa Leitura!