sábado, 19 de março de 2011

Esposo e Pai

Ah, se em todas a famílias os pais olhassem para São José e, a seu exemplo, se deixassem guiar...Infelizmente muitos homens têm vergonha de expressar sua fé; outros estão tão preocupados com os bens e valores materiais, que se afastam de Deus e de sua família. Sua presença se torna apenas uma sombra. E sabemos que a ausência paterna é causa de muitos problemas dos filhos.
Prrecisamos rever os valores que regem nossa família e nos espelhar na vida daqueles que, como São José, souberam viver sua missão de pais e educadores de seus filhos. Que belo exemplo para os filhos ver um pai que reza, lê a Palavra de Deus e dela faz direção para sua vida.  Nos dias de hoje, mais do que nunca, devemos dar o exemplo de coerência com a fé que dizemos ter.  Aquele que educa seu filho no caminho do Senhor terá sua recompensa, pois todo ensinamento e exemplo deixará sua marca no coração, isto é, toda semente plantada em terra boa e preparada, produzirá a seu tempo o fruto esperado.

Roguemos para que São José interceda pelos homens, a quem o Senhor nosso Deus confiou a sublime missão de serem pais.

Fonte: Rosa Aguirre-Revista Brasil Cristão-Março2011.

domingo, 13 de março de 2011

Eis o lenho da Cruz!!!

... lenho do qual pendeu a salvação do mundo!!!!
Para entender o sacrifício de Jesus e o sacrifício da missa...

Na história de Israel, o sacrifício principal foi a Páscoa, que apressou a fuga dos israelitas do Egito. Foi na Páscoa que Deus instruiu toda família israelita a tomar um animal sem defeito, sem ossos quebrados, degolá-lo e passar seu sangue na ombreira da porta. Os israelitas deveriam comer o cordeiro naquela noite.  Se o fizessem, seus primogênitos seriam poupados. Se não o fizessem, seu primogênitos morreriam durante a noite, juntamente com todos os primogênitos de seus rebanhos (veja Ex 12,1-23). O cordeiro sacrificial morreu como expiação, em lugar do primogênito da casa. A Páscoa, então, foi um ato de redenção, um "resgate".

Com a construção de Templo de Jerusalém, Israel passou a oferecer os sacrifícios cotidianos ao Deus todo-poderoso em ambiente majestoso

Quando Jesus estava diante de Pilatos, João observa que "era o dia da preparação da Páscoa, por volta da sexta hora" (Jo 19,14). João sabia que era na sexta hora que os sacerdotes começavam a imolar os cordeiros pascais. Esse, então, é o momento do sacrifício do Cordeiro de Deus. Em seguida, João relata que nenhum dos ossos de Jesus foi quebrado na cruz, "para que se cumprisse a Escritura" (jo 19,36)

O sacrifício de Jesus realizou o que todo o sangue de milhões de ovelhas e touros e bodes jamais conseguiu. "Pois é impossível que o sangue de touros e bodes elimine os pecados" (Hb10,4). Nem o sangue de um quarto de milhão de cordeiros salvaria a nação de Israel muito menos o mundo.  Para expiar as ofensas contra um Deus que é bom, infinito e eterno, a humanidade precisava de um sacrifício perfeito: um sacrifício tão bom, puro e infinito quanto o prórprio Deus. E esse era Jesus, o único que podia "abolir o pecado com seu próprio sacrifício" (Hb 9,26)

Jesus entrou no Santo dos Santos - o céu - de uma vez por todas, para oferecer-se como nosso sacrifício; e com ele entramos no santuário do céu toda vez que vamos à missa.
Celebremos pois a festa...com pães sem fermento: na pureza e na verdade. Nosso cordeiro pascal é, então, pão sem fermento. Nossa festa é a missa.

O Sacrifício perfeito e santo.

Fonte: Adaptação de texto do Livro O Banquete do Cordeiro - a missa segundo um convertido, de Scott Hahn

sábado, 12 de março de 2011

Graça que salva

Por Dom Fernando Arêas Rifan
Bispo da Administração Apostólica Pessoal/São João Maria Vianney

Em sua mensagem para a Quaresma deste ano, o Papa Bento XVI nos ensina: "Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva...De fato,desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Batismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mestério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressucitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressucitou Jesus dos mortos. Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que, para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: deveras eles vivem o Batismo como um ato decisivo para toda a sua existência."
Assim, a Quaresma é tempo  propício para renovarmos os compromissos do nosso Batismo, vivermos mais intensamente nossa vida cristã, crescermos na intimidade com Deus na oração comunitária e pessoal, praticarmos o jejum e a mortificação corporal, para mais nos unirmos a Cristo sofredor, e dedicarmo-nos às obras de caridade para com nossos irmãos mais carentes, nos quais vemos o prórprio Jesus. Assim vivendo, esperamos com toda a confiança que Nossa Senhora nos alcance a graça de sermos dignos das promessas de Cristo, ou seja, "que por sua Paixão e Morde de Cruz, sejamos conduzidos à glória da Ressurreição."
Continua o Papa na sua menssagem: " O nosso imergir-nos na morte e ressurreição de Cristo através do Sacramento do Batismo, estimula-nos todos os dias a libertar o nosso coração das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a "terra", que nos empobrece e nos impede de estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo.  Em Cristo, Deus revelou-se como Amor. A Cruz de Cristo, a ´palavra da Cruz´ manifesta o poder salvífico de Deus, que se doa para elevar o homem e dar-lhe a salvação:  o amor na sua forma mais radical. Através das práticas tradicionais de jejum, da esmola e da oração, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo. O Jejum, que pode ter diversas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: tornando mais pobre a nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas - e não só do supérfulo - aprendemos a desviar o olhar do nosso ´eu´, para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo".

sexta-feira, 11 de março de 2011

Pedra do Mar Morto comprova a divindade de Jesus

Pedra do Mar Morto confirma divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.Segundo informou a Folha de S.Paulo, cientistas israelenses analisaram cuidadosamente uma laje de pedra (foto) com perto de 100 centímetros de altura que contém 87 linhas em hebraico. Ela data de vários lustros antes do nascimento de Jesus Cristo.


A descoberta abalou os círculos de arqueologia bíblica hebraicos porque prova que os judeus alimentavam a expectativa de um Messias que haveria de vir e que ressuscitaria três dias depois de morto.
A placa foi achada perto do Mar Morto e é um raro exemplo de inscrição em tinta sobre pedra em duas colunas como a Torá (é o equivalente nas escrituras hebraicas ao Pentateuco, i. é, os cinco primeiros livros da Bíblia).

Para Daniel Boyarin, professor do Talmude na Universidade de Berkeley, a peça é mais uma evidência de que Jesus Cristo corresponde ao Messias tradicionalmente esperado pelos judeus. Ada Yardeni e Binyamin Elitzur, especialistas israelenses em escrita hebraica, após detalhada análise, concluíram que datava do fim do primeiro século antes de Cristo. O professor de arqueologia da Universidade de Tel Aviv, Yuval Goren fez uma análise química e acha que não se pode duvidar de sua autenticidade.
Israel Knohl, professor de estudos bíblicos da Universidade Hebraica, defende que a pedra prova que a “a ressurreição depois de três dias é uma idéia anterior de Jesus, o que contradiz praticamente toda a atual visão acadêmica”.
Desde o ponto de vista católico estes dados científicos confirmam a Fé e as Escrituras.
Compreende-se que entre os judeus o achado cause polêmica, pois acaba apontando para a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, o que deixa em situação incomoda à Sinagoga que O crucificou e os que compartilham o deicídio (Morte que os judeus deram a Cristo).

Fonte: Ciência Confirma a Igreja./Repórter de Cristo

quinta-feira, 10 de março de 2011

Papa em programa de TV


BENTO XVI RESPONDERÁ PERGUNTAS DOS FIÉIS NA TV
Cidade do Vaticano, 08 mar (RV) – Pela primeira vez na história do Papado e da televisão italiana, um Pontífice responderá às perguntas de fiéis em um programa de TV. A transmissão está marcada para o dia 22 de abril, Sexta-Feira Santa. O início do programa será às 14h10min (hora da morte de Cristo) e vai ao ar pelo canal da TV do estado italiano Rai Uno.

O tema será a figura de Cristo a qual o Papa Bento XVI já dedicou seu primeiro livro (Jesus de Nazaré). O segundo está por sair e um terceiro ainda está em preparação.
A apresentação será de Rosario Carello, que comanda o programa desde 2008, e conversou com a Rádio Vaticano. Segundo Carello, Bento XVI vai gravar sua participação dois ou três dias antes da sexta-feira Santa no Palácio Apostólico, provavelmente no estúdio privado ou na capela, mas a decisão ainda não foi tomada. As perguntas serão enviadas por internet.
O condutor do programa explicou que a idéia partiu da constatação de que a Sexta-Feira Santa “passa em branco” no que diz respeito ao mundo televisivo. “O Papa percebeu que se conhece pouco sobre Cristo, conforme se lê no prefácio do primeiro volume do seu livro ‘Jesus de Nazaré’ – disse o apresentador -, e, portanto, o amamos pouco e pouco podemos crer Nele.” Por isso, o Papa está empenhado em dizer, através dos seus livros, quem é Jesus, a verdade da aderência do Jesus do Evangelho ao Jesus histórico.

Questionado sobre o que mais chama a sua atenção no estilo de comunicação de Bento XVI, Carello respondeu “a clareza”. Segundo ele, o Papa consegue expressar conceitos – que são complicados por si próprios – de maneira simples e, ao mesmo tempo, completa, e será extraordinário que esse dom seja aplicado à televisão.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Quarenta dias

“Quaresma” provém do latim “Quadragesima” e significa “quarenta dias”; é o período de preparação para a Páscoa do Senhor, cuja duração é de 40 dias. Inicia-se na Quarta-Feira de Cinzas e se estende agora até a Quinta Feira Santa. É um tempo de “penitência, jejum e oração”, que a Igreja chama de “remédios contra o pecado”, para a busca da conversão da pessoa.
A Quaresma foi inspirada no período de tentação de Cristo no deserto, bem como os exemplos de Noé, em 40 dias na Arca, e Moisés, vagando por 40 anos no deserto do Sinai.

No início da Quaresma, na Quarta-Feira de Cinzas, os fiéis têm suas frontes marcadas com cinzas, como os primitivos penitentes públicos, excluídos temporariamente da assembléia (lembrando Adão expulso do Paraíso, de onde vem a fórmula litúrgica: “Lembra-te de que és pó…”).
Esse tempo de penitência é recordado pela liturgia: as vestes e os paramentos usados são da cor roxa (no quarto domingo da Quaresma, pode-se usar o rosa, representando a alegria pela proximidade do término da tristeza, pela Páscoa); o Glória não é cantado ou rezado; a aclamação do “Aleluia” também não é feita; não se enfeitam os templos com flores; o uso de instrumentos musicais torna-se moderado.
É um tempo também favorável para os exercícios espirituais, as liturgias penitenciais, as peregrinações penitenciais. O mesmo pode-se aplicar a todas as sextas-feiras do ano, tidas como dias penitenciais como prescreve o cân. 1250 do Código de Direito Canônico.

Prof.Felipe Aquino

segunda-feira, 7 de março de 2011

...quaresma

No dia 10 de março começa a Quaresma, um período muito importante para a Igreja e para nós cristãos.  Esse é um tempos de reflexão e de reconciliação com Deus e com os irmãos.  Mas, primeiramente, devo me reconciliar comigo mesmo, superando, pelo poder do Espírito Santo, as tentações que o próprio Jesus enfrentou: o ter, o poder e o prazer.
Não esqueçam pessoal, quarta-feira de cinzas é dia de jejum e abstinência de carne. Com a Quarta-feira de Cinzas iniciamos o tempo da Quaresma. São quarenta dias que nos convidam à conversão da mente e do coração para celebrarmos a Páscoa do Senhor.

domingo, 6 de março de 2011

Ame apenas

"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação”
Madre Teresa de Calcutá

Fonte: Blog fotos que falam

quinta-feira, 3 de março de 2011

O Noivado e a Igreja

O noivado é um belo tempo que antecede o casamento; é quando o casal já decidiu que vai se casar, e estão na preparação imediata para o matrimônio. É o tempo em que tudo deve ser dialogado, tudo deve ser revelado, o mistério insondável que é cada um deve ser revelado ao outro, para que este não se case com um “desconhecido”. Infelizmente muitos casais se casam sem se conhecer; alguns colocam máscaras durante o namoro e noivado, e depois se estranham quando casados, achando que o outro mudou muito. Não mudou, é o mesmo, mas apenas não era conhecido pelo cônjuge.

Só se deve ficar noivo quando se decidiu que vão se casar; não há mais dúvida; se amam de verdade, se conhecem, sabem os defeitos e as qualidades recíprocas e estão dispostos a viverem juntos para sempre, unidos no amor de Deus, prontos para “fazer o outro crescer a cada dia”, amando-o, perdoando-o, compreendendo-o; e dispostos a “acolher os filhos que Deus lhes enviar”, educando-os na fé do Cristo e da Igreja. O casamento é para sempre; até que a morte os separe; precisam estar convictos do juramento que vão em breve fazer no Altar de Deus: “Eu te recebo como meu marido (mulher) e te prometo ser-lhe fiel na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te e respeitando-te TODOS OS DIAS de minha vida. Estão preparados?

Não se pode casar “no escuro”; e não se pode enganar-se, fingindo que não vê os problemas que estão pela frente. Se o casal não tem convicção de que estão preparados e maduros para o casamento, então, talvez seja melhor adiar o noivado. E devem saber os jovens cristãos, que o noivado não é ainda uma autorização para a vida sexual; não. Ela só deve começar depois do casamento, pois eles ainda não pertencem mutuamente. São Paulo disse: “O marido cumpra o seu dever para com a sua esposa e da mesma forma também a esposa o cumpra para com o marido. A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (1Cor 7, 3-4). O Apóstolo não fala em namorados e noivos, mas marido e mulher. E o Catecismo da Igreja ensina: “2350 – Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na caridade”. Assim, vivam o noivado como Deus quer e a Igreja ensina, serão felizes.

Prof. Felipe Aquino

quarta-feira, 2 de março de 2011

O vaso e o Oleiro

Quem foi ao grupo de Oração Aliança Eterna ontem dia 01/02 pode se deliciar com esta passagem de Jeremias 18. Após uma pregação em que Alex fez uma sábia analogia entre o vaso de argila que somos nós e Deus o grande Oleiro, fomos colocados nas mãos de Jesus Eucarístico para sermos remodelados. Taí a passagem para meditação e um vídeo para refletir sobre o que foi falado ontem no grupo: A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, dizendo:


Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.
E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas,
Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer.
Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.