O matrimônio de José com Maria foi um verdadeiro matrimônio, embora virginal. Quando José percebeu que Maria ia ser mãe ficou sem saber o que fazer, que atitude tomar. Por um lado sabia que ele não tivera parte naquela gravidez, por outro era-lhe impossível duvidar da fidelidade da esposa. Resolveu deixá-la secretamente. Sendo um homem justo, diz o Evangelho (é um adjetivo relâmpago que ilumina toda a história), não quis levantar suspeitas, nem comentar nada com niguém. É um fato inexplicável. O dilema angustiante foi resolvido por um anjo. A atitude de José demonstrou que ele estava à altura de sua nobre e singular missão: recebeu em casa a sua esposa. Com ela, obedecendo ao imperador, foi ao recenseamento, onde o Verbo eterno apareceu neste mundo. Voltaram à solidão de Nazaré até Jesus completar 12 anos quando temos o episódio da perda do Menino Jesus e do encontro no Templo. Depois disso, o Evangelho resume: Jesus obedecia a Maria e José, crescia em sabedoria, idade e graça...
Talvez já tivesse morto quando Jesus iniciou o ministério público. De qualquer modo ficou na sombra e no silêncio de tudo. É o patrono da Igreja universal. João XXIII pôs seu nome no cânon da missa.
São José, valei-nos!
Foto: Imagem de S.José - Capela da Comunidade Aliança Eterna
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