domingo, 31 de janeiro de 2010

Hoje: São João Bosco

Nasceu perto de Castelnuovo, na diocese de Turim, em 1815. Teve uma infância sofrida. Ordenado sacerdote, consagrou todas as suas energias à educação da juventude, para formá-la na prática da vida cristã e no exercício de uma profissão. Com essa finalidade, fundou Congregações, sobretudo, a Sociedade São Francisco de Sales (Salesianos) e as irmãs filhas de Maria Auxiliadora. Escreveu também diversos opúsculos para proteger e defender a religião católica. Morreu em 1888.
E é na Capela do Colégio Salesiano de Campos que realizamos todas as terças, as 20hs o nosso Grupo de Oração Aliança Eterna!!!!

O Tamanho da Cruz

Um rei muito justo e bondoso que fazia tudo pelos seus súditos.
Certa vez ele prometeu que levaria todos os que merecessem para uma terra maravilhosa onde viveriam com abundância e segurança. Mas, para merecer tal lugar, cada habitante deveria carregar uma cruz até a terra prometida, e isto significava uma caminhada de alguns dias.
Todas as cruzes tinham o mesmo tamanho, o que causou um protesto por parte dos mais fraquinhos.
Um deles, revoltado, resolveu dar um "jeitinho": pegou a sua cruz e, no meio da caminhada, resolveu serrá-la e diminuir-lhe o tamanho para o peso que ele achava ser o mais justo para a sua capacidade.
Logo depois disto, todo o grupo se deparou com uma situação que os impedia de continuar a caminhada: havia um rio, com margens bem altas, íngremes e rochosas que impedia a passagem de todo o grupo. Foi quando um dos caminhantes teve a idéia de utilizar a sua cruz como ponte para atravessar o rio. Assim, todos descobriram que o tamanho da cruz era exatamente o da distância de uma margem a outra.
Todos atravessaram o rio e continuaram a sua caminhada com as respectivas cruzes até a terra prometida.
Todos, menos um, que perdeu a sua cruz levada pela correnteza do rio.
A melhor maneira de se levar uma vida bem sucedida é encarar as crises como oportunidades e os obstáculos do caminho como pontes para o sucesso.
Colaboração: Maurício Souza

sábado, 30 de janeiro de 2010

Orar por santos sacerdotes

Bom dia a todos! A PAZ!
Uma das nossas práticas na Comunidade é orar pelos sacerdotes do mundo inteiro, principalmente os que sofrem tribulações, perseguições, esfriamento da fé, pobreza, necessidades, efim, unimos nossas orações em favor deles. Aqui vai um história, sim uma História com H e não uma Estória, de um entre milhares de fatos que beneficiam os sacerdotes e novas vocações sacerdotais pela simples intercessão seja de um fiel leigo a um religioso:



O BARÃO WILHELM EMMANUEL KETTLER (1811-1877)
Todos nós devemos o que somos e a nossa vocação às preces e aos sacrifícios dos outros. No caso do famoso bispo Ketteler, excelente personagem do episcopado alemão do século XIX e figura de destaque entre os fundadores da sociologia católica, a benfeitora foi uma religiosa conversa, a última e a mais pobre freira do seu convento.Em 1869 estavam juntos o bispo de uma diocese na Alemanha e o seu hóspede, o bispo Ketteler de Mainz. Durante a conversa o bispo elogiava as tantas obras benéficas do seu hóspede. Mas o bispo Ketteler explicou ao seu interlocutor: “Tudo o que alcancei com a ajuda de Deus, devo-o às preces e ao sacrifício de uma pessoa que não conheço. Posso somente dizer que alguém ofereceu a Deus a sua vida em sacrifício para mim e graças a isso tornei-me sacerdote ”. E continuou: “Antes eu não me sentia destinado ao sacerdócio. Eu havia prestado alguns exames na faculdade de direito e desejava fazer uma rápida carreira que me permitisse ter um lugar de prestígio no mundo, ser respeitado e ganhar muito dinheiro. Um evento extraordinário porém impediu-me tudo isso e conduziu a minha vida noutras direcções. Uma noite, enquanto estava sozinho no meu quarto, abandonei-me aos meus sonhos de ambição e aos planos para o futuro. Não sei o que me aconteceu, não sei se estava acordado ou não. O que eu via era a realidade ou um sonho? Só uma coisa sei com certeza: vi aquilo que sucessivamente provocou a reviravolta da minha vida. Claro e límpido, Cristo estava por cima de mim numa nuvem de luz e mostrava-me o seu Sagrado Coração. Frente a Ele estava uma freira ajoelhada com as mãos erguidas em posição de imploração. Da boca de Jesus ouvi as seguintes palavras: ‘Ela reza ininterruptamente por ti!”. Eu via com clareza a figura da irmã, e a sua fisionomia impressionou-me de maneira tão forte que ainda hoje a tenho frente aos meus olhos Ela parecia-me uma simples conversa. A sua roupa era pobre e rude, as suas mãos avermelhadas e calosas pelo trabalho pesado. Qualquer coisa tinha sido, um sonho ou não, para mim foi extraordinário pois fui atingido no íntimo e a partir daquele momento resolvi consagrar-me inteiramente a Deus no serviço sacerdotal. Recolhi-me num mosteiro para os exercícios espirituais e conversei sobre tudo isto com o meu confessor. Comecei os estudos de teologia aos trinta anos. O resto, o senhor já conhece. Se agora o senhor acredita que algo de bom foi feito com a minha intermediação, saiba de quem é o mérito: daquela irmã que rezou por mim, talvez sem sequer me conhecer.Tenho a certeza que por mim se rezou e ainda se reza em segredo e que sem aquela prece eu não poderia alcançar a meta à qual Deus me destinou”.

A IRMÃ DO ESTÁBULO
No dia seguinte o bispo Ketteler foi visitar um convento de freiras na cidade próxima e celebrou para elas a S. Missa na capela. Quando estava prestes a terminar a distribuição da S. Comunhão, já na ultima fileira, o seu olhar deteve-se sobre uma irmã. O seu rosto empalideceu e ele ficou imóvel, mas recompos-se e deu a comunhão à freira que não percebera nada e estava devotamente ajoelhada. E concluiu serenamente a liturgia. Para o café da manhã chegou ao convento também o bispo do dia anterior. O bispo Ketteler pediu à madre superiora que lhe apresentasse todas as irmãs e elas vieram imediatamente. Os dois bispos aproximaram-se e Ketteler cumprimentava-as observando-as, mas via-se com clareza que não encontrava o que estava a procurar. Em voz baixa dirigiu-se à madre superiora: “Estão todas aqui as irmãs?” Ela olhou para o grupo e respondeu: “Excelência, mandei chamá-las todas mas de facto falta uma!”. “E porque não veio?” A madre respondeu: “Ela cuida do estábulo, e de maneira tão exemplar que às vezes no seu zelo esquece-se das outras coisas”. “Desejo conhecer esta irmã”, disse o bispo. Pouco depois a freira chegou. Ele empalideceu e após ter dirigido algumas palavras a todas as freiras pediu para ficar a sós com ela. “Você conhece-me?” perguntou. “Excelência, eu nunca o vi!”. “Mas você rezou e ofereceu boas obras por mim?” perguntou Ketteler. “Não tenho consciência disto, pois não sabia da existência de Vossa Excelência”. O bispo ficou alguns instantes imóvel em silêncio, depois continuou com outras perguntas. “Quais devoções ama mais e pratica com maior frequência?” “A veneração ao Sagrado Coração”, respondeu a irmã. “Parece que você tem o trabalho mais pesado de todo o convento!” continuou. “Ah não, Excelência! Certamente não posso negar que às vezes me repugna”. “Então o que é que faz quando é atormentada pela tentação?”. “Acostumei-me a enfrentar, por amor a Deus, com zelo e alegria todas as tarefas que me custam muito e depois oferecê-las por uma alma no mundo. Será o bom Deus a escolher a quem dar a Sua graça, eu não quero saber. Também ofereço a hora de adoração da noite, das vinte às vinte e uma horas, para essa intenção”. “E como teve a ideia de oferecer tudo isto por uma alma?” ”E’ um costume que eu já tinha quando ainda vivia no mundo. Na escola o pároco ensinou-nos que devíamos rezar pelos outros como se faz para os próprios parentes. E também acrescentava: ‘Seria necessário rezar muito por aqueles que correm o risco de se perderem para a eternidade. Mas visto que só Deus sabe quem tem mais necessidade, a coisa melhor seria oferecer as orações ao Sagrado Coração de Jesus, confiantes na sua sabedoria e omnisciência’. E eu assim fiz, e sempre acreditei que Deus encontra a alma certa”.

DIA DO ANIVERSÁRIO E DIA DA CONVERSÃO
“Quantos anos tem?” Perguntou Ketteler. “Trinta e três anos, Excelência”. O bispo, impressionado, interrompeu um instante e depois perguntou: “Quando nasceu?” A irmã disse o dia do seu nascimento. O bispo então fez uma exclamação: tratava-se exactamente do dia da sua conversão! Ele vira-a exactamente assim, à sua frente como estava naquele momento. “Você não sabe se as suas preces e os seus sacrifícios tiveram sucesso?” “Não, Excelência”. “E não gostaria de saber?”. “O bom Deus sabe quando fazemos algo de bom, isso me basta”, foi a simples resposta. O bispo estava abalado: “Então, pelo amor de Deus, continue com essa obra!”. A irmã ajoelhou-se à sua frente e pediu a bênção. O bispo levantou solenemente as mãos e com profunda comoção disse: “Com os meus poderes episcopais, abençôo a sua alma, as suas mãos e o trabalho que elas cumprem, abençôo as suas orações e os seus sacrifícios, o seu domínio de si e a sua obediência. Abençôo-a a si, principalmente para a sua última hora e peço a Deus que a assista com a Sua consolação”. “Amém”, respondeu pacata a irmã e afastou-se.

UM ENSINAMENTO PARA A VIDA INTEIRA
O bispo estava abalado no seu íntimo. Aproximou-se da janela para olhar para fora, tentando reconquistar o seu equilíbrio. Mais tarde despediu-se da madre superiora e voltou à casa do seu amigo e coirmão. E confidenciou-lhe: “Agora encontrei aquela à qual devo a minha vocação. É a última e a mais pobre conversa do convento. Não poderei nunca agradecer a Deus o bastante pela Sua misericórdia, porque aquela freira reza por mim há quase vinte anos. Deus porém já havia aceite a sua prece e também tinha previsto que o dia do seu nascimento coincidisse com o dia da minha conversão; depois, Deus acolheu as orações e as boas obras daquela irmã. Que ensinamento e que advertência para mim! Se um dia cair na tentação de me orgulhar pelos eventuais sucessos e pelas minhas obras frente aos homens, devo sempre lembrar que tudo me vem da graça e da oração e do sacrifício de uma pobre serva que está no estábulo de um convento. E se um trabalho insignificante me parecer de pouco valor, devo reflectir sobre isto: o que aquela serva faz com humilde obediência a Deus e oferece em sacrifício com domínio de si, tem um valor tão grande perante Deus que as suas obras criaram um bispo para a Igreja!”.

Fonte:http://www.jam.org.pt/index.php option=com_content&task=view&id=874&Itemid=238

Colaboração: Luciana (Com.Aliança Eterna)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Quais são os atos de misericórdia?

AS 14 OBRAS DE MISERICÓRDIA
As obras de misericórdia citados no Evangelho são principalmente sete corporais e sete espirituais.

As corporais são as seguintes:
1 – Dar de comer a quem tem fome
2 – Dar de beber a quem tem sede
3 – Vestir os nus
4 – Dar pousada aos peregrinos
5 – Visitar os enfermos e encarcerados
6 – Remir os cativos
7 – Enterrar os mortos

As obras de misericórdia espirituais são estas:
1 – Dar bons conselhos
2 – Ensinar os ignorantes
3 – Corrigir os que erram
4 – Consolar os aflitos
5 – Perdoar as injúrias
6 - Sofrer com paciência as fraqueza do próximo
7 – Rogar a Deus pelos vivos e defuntos

As obras de misericórdia são as ações caritativas pelas quais socorremos o próximo nas suas necessidades corporais e espirituais . (CIC $2447)
O amor da Igreja pelos pobres... faz parte de sua tradição constante. Inspira-se no Evangelho das bem aventuranças, na pobreza de Jesus e em sua atenção aos pobres.
O amor aos pobres é também um dos motivos do dever de trabalhar “para se ter o que partilhar com quem tiver necessidade” Não se estende apenas a pobreza material, mas também às numerosas formas de pobreza cultural e religiosa (CIC $ 2444)

Fonte de Pesquisa: Livro: "A Confissão Sacramental" autor - Pe. Raimondo Marchioro e Catecismo da Igreja Católica
Colaboração:Maurício Souza (Com.Aliança Eterna)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Como nos é fácil ser amado e consolado!

Amar a Deus de toda alma, de todo entendimento, de todo coração, como nos ensina as Sagradas Escrituras. Quando somos visitados por Deus de forma amorosa, quando Deus nos consola, quando as mais diversas situações em que vivemos nos são favoráveis. Somos capazes de afirmar que amamos a Deus, capazes de erguer os braços ao Céu e louvarmos, capazes de estampar o mais belo sorriso e dessa forma devotarmos nosso amor a Deus.
Então muitas vezes nós nos deparamos com sofrimentos ou acontecimentos que não se enquadram com a nossa vontade. Assim nós sentimos fora do Amor de Deus.
Pois é nesta hora e que temos que nós unir ao Crucificado de forma intima e misteriosa, por esta ser a fonte de todo consolo e sabedoria para que vivenciar o mais puro e verdadeiro Amor de Deus.
No sofrimento temos a oportunidade de passarmos a conviver mais intimamente com Cristo, assim passamos pelo sofrimento de forma mais branda . E quando aprendemos a oferecer o sofrimento a Deus e vive-lo sem murmúrios e lamentações. E sim louvando ao Senhor tantas outras coisas que ele nós proporcionam como o Dom da vida e tantos outros que não damos o verdadeiro valor, quer um exemplo, quantas vezes em seus últimos meses que você agradeceu pelo ar que respira pela água que bebe e etc.

Maurício Souza (Com.Aliança Eterna)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A Santa Missa

A Santa Missa é a celebração da Vida e em cada Ritual celebramos o mistério da nossa fé e salvação em Cristo Jesus. Nossa preparação para a Missa começa em casa.Para isso são necessários alguns cuidados:
a) Levar a Bíblia e o boletim de presença. Não se esqueça de marcar as leituras da Bíblia em casa, para não ficar perdido, durante a missa.
b) Para ir à casa de Deus devemos usar roupas discretas e decentes, que demonstrem o nosso respeito para com Deus, para com o nosso corpo, e para com os irmãos.
c) Chegar na Igreja 15 MINUTOS ANTES DO HORÁRIO da Missa, para se acomodar bem e se preparar para a Celebração. NUNCA DEVEMOS CHEGAR ATRASADOS!
d) Ir ao banheiro ou beber água ANTES de começar a Missa, para evitar sair durante a celebração da Missa, a não ser em caso de emergência.
e) Ao entrar na casa do Pai, fazemos o sinal da cruz e uma prece a Deus. Não esquecer de rezar uma Ave-Maria para Nossa Senhora!
f) Enquanto aguardamos o início da Missa, permanecemos sentados em silêncio, preparando o coração para a celebração da Missa. Nunca conversar em voz alta na Igreja, pois é falta de respeito.
1. Ritual de entrada: Cantamos para expressar alegria por estar reunidos com os irmãos para louvar, agradecer e adorar a Deus, que vem ao nosso encontro através de Cristo, representado pelo Sacerdote, que nos cumprimenta em nome da Santíssima Trindade: Em nome do pai, do Filho e do Espírito Santo.
2. Ato Penitencial: É momento de refletir, fazer um exame de consciência, se arrepender e pedir perdão de nossas faltas, com o firme propósito de mudar de atitude.
3. GLÓRIA: Após receber o perdão dos pecados, agradecemos e glorificamos a Deus cantando o Glória.
4. Rito da Palavra: Deus se comunica conosco, através das 3 leituras da Missa. Através da 1ª e da 2ª leituras, vemos a manifestação do amor e do poder de Deus na trajetória de Seu povo. Através dos Salmos nós louvamos e agradecemos a Deus pelas suas maravilhas e no Evangelho (Boa Nova) recebemos os ensinamentos de Jesus. A Palavra de Deus nos transforma!
- Na homilia, o Sacerdote faz uma reflexão sobre as leituras, resume a mensagem de Deus e a adapta para a nossa realidade, fornecendo orientações para nosso crescimento espiritual.
5. creio ou profissão de fé: O Creio é a oração que resume os fundamentos da nossa fé. Ao rezar o Creio estamos confirmando nossa fé e o compromisso com Cristo, assumido no Batismo.
6. Oração Comunitária: Nesta oração a comunidade eleva seus pedidos a Deus, conforme as necessidades.
7. Ofertório: Colocamos sobre o altar alimentos para os pobres, uma pequena parte do que conquistamos com nosso trabalho (dinheiro) para ser abençoado por Deus, e também toda a nossa vida para ser consagrada. O sacerdote oferece a Deus tudo o que é colocado no altar.
8. Oração Eucarística: Este é o momento mais importante da Missa, onde revivemos a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo e ocorre o milagre da Transubstanciação (a hóstia consagrada se transforma no corpo e sangue de Cristo).
* A CONSAGRAÇÃO: Esse momento é sagrado! Devemos permanecer em silêncio, com seriedade, prestando muita atenção no que está acontecendo no altar. Após cantar o “Santo”, nos ajoelhamos como sinal de respeito, pois estaremos atualizando o sofrimento de Cristo na Cruz. O sacerdote faz a consagração da hóstia, transformando o pão e o vinho no Corpo e Sangue de Cristo. No instante em que o Sacerdote levanta a Hóstia, dizendo: “Este é o Meu Corpo, tomai e comei ....”, devemos ficar “de olhos bem abertos”! Quando o sacerdote se ajoelhar, nós devemos “abaixar a cabeça”, em sinal de respeito, por que estamos recordando a morte de Jesus Cristo.
* Este é o momento ideal para fazer um pedido a Jesus, ou mesmo agradecer a Ele por seu amor!
9. Oração dos Fiéis: após a consagração, nós adoramos a Deus e pedimos pela nossa vida, pela nossa comunidade, pelos que partiram desta vida e pela unidade de nossa Igreja, para dar bom testemunho Jesus Cristo.
10. Pai Nosso:A oração que Jesus nos ensinou. É a mais completa de todas e nos torna irmãos em Cristo.
11. Saudação da Paz: Saudamos-nos uns aos outros, desejando a “Paz de Cristo”, a verdadeira paz!
12. Piedade: Pedimos “Piedade” 3 vezes, para frizar que só Deus tira os pecados do mundo, através de Jesus, que é o Cordeiro de Deus.
13. COMUNHÃO: A mesa está posta e o alimento preparado: pelo Sacramento da Eucaristia nos unimos a Cristo, e recebemos a força necessária para enfrentar as lutas da vida.
14. DESPEDIDA: O sacerdote diz: -“Vamos em paz e que o Senhor vos acompanhe” e nos abençoa em nome da Santíssima Trindade. Cheios da graça de Deus, estamos prontos para praticar durante a semana tudo o que aprendemos na Santa Missa.
15. ENCERRAMENTO: A missa só acaba quando termina o cântico final. Só então devemos sair da Igreja ou, se não houver música, somente depois que os ministros, os coroinhas e o Sacerdote tiverem deixado o altar.
16. COMO SAIR DA IGREJA: Devemos sair com calma, sem pressa nem atropelos, sem barulho nem tumulto, respeitando os irmãos que também estão saindo da Igreja.
Colaboração: Maurício Souza (Com.Aliança Eterna)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Comunidade é assim...

A PAZ! Salve Maria!
Queremos partilhar com vocês também nesse blog, nosso carisma, nosso viver jundo, e nossos objetivos, difícil de alcançar muitas vezes, mas seguimos tentando. Segue também o convite para conhecer mais de perto nossa Comunidade e convidá-los a servir, como é bom servir....
A comunidade nos convida a constante evolução. A pergunta que deve ser feita é: " A quem procuro agradar?" Se nos esforçamos sempre em agradar a Jesus, e não apenas ao grupo, nós cresceremos, e a comunidade ficará a serviço das pessoas. É claro que Jesus também quer que nos submetamos a um grupo. Por isso, precisamos de discernimento e sabedoria.
Uma comunidade tem início de verdade quando não nos escondemos dos outros; quando não procuramos provar nosso valor, real ou pretendido. As barreiras caem e podemos viver juntos uma experiência de comunhão.
Essa experiência é o "milagre" da comunidade. "Uma paz completamente nova desce sobre a assembléia. Temos a impressão de falar mais baixo e, no entanto, estranhamente, nos fazemos compreender melhor. Há momentos de silêncio, mas não são constrangedores. O silêncio é, de fato assimilado. É tranquilo. Não há frenesi; o caos acaba. É como se a música tivesse susbstituído o barulho. As pessoas escutam e compreedem. Tudo é paz"
Fonte: Comunidade:Lugar do perdão e da festa.Ed.Paulinas.


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Conversão de São Paulo

Hoje é a Festa de São Paulo Apóstolo, celebramos sua conversão e pedimos para que através de sua intercessão nos converta, que sejamos enviados como ele para ensinar aos outros o que Jesus nos ensinou: como viver, como amar e como transformar o mundo em um lugar melhor do que era quando a ele chegamos.

"Ó Paulo, mestre dos povos, ensina-nos teu amor:
correr em busca do prêmio,
chegar ao Cristo Senhor.
A vós, ó Trindade, glória,
poder e louvor também;
que sois eterna unidade
nos séculos, sempre. Amém."

Oremos juntos: Ó Deus que instruístes o mundo inteiro pela pregação do apóstolo São Paulo, dai-nos, ao celebrar hoje sua conversão, caminhar para vós seguindo seus exemplos, e ser no mundo testemunhas do Evangelho. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Oração das Horas

domingo, 24 de janeiro de 2010

Dica

Olá! PAZ de Jesus!.

Vamos a uma dica de livro agora nas férias? Uma literatura que envolve a vida de Jesus e sua Santíssima Mãe e seus divinos Mistérios. Baseado nas visões da freira Agostiniana alemã, Ir. Anna Catharina Emmerich, este livro um clássico da literatura católica, narra primeiramente a vida dos antepassados da Santíssima Virgem, sua infância e vida com Jesus, ao lado de São José, as duras provações suportadas pela Sagrada Família exilada no Egito e os anos após a Ascensão de Cristo. Anna Catharina Emmerich (1774-1824), filha de humildes camponeses, recebeu os estigmas de Cristo em seu corpo. Sofria indizíveis dores e não tomava alimentos; apenas recebia a Comunhão Eucarística. Permanecia grande parte do dia em êxtase, durante o qual testemunhava, em visão, os detalhes apresentados neste livro. Declarada pela Igreja, heroína da fé, já naquela época, foi beatificada por João Paulo II em 2004. (Livro com aprovação eclesiástica)

Bem, aproveitem a leitura, vocês vão se encantar e não vão desgrudar do livro até ler por inteiro......
Fonte:Santíssima Virgem Maria.Ed.MIR

sábado, 23 de janeiro de 2010

Jesus é confortado pelo Anjo

A oração de Jesus foi atendida pelo Pai no Horto de Getsêmani, também com o envio de um Anjo. O Pai não mandou as 12 legiões de anjos que podiam salvar Seu Filho das mãos de Seus inimigos, porque este não foi o pedido de Jesus. Mas Ele mandou um Anjo para confortá-lo. Enquanto vemos um fracasso tremendo de Seus discípulos que começaram logo a dormir em vez de vigiar, como o Senhor lhes havia mandado, o Pai envia um Anjo para socorrer o Seu Filho.

Este envio do Anjo nos mostra também em que luta o Senhor estava envolvido. Porque depois do sofrimento no Horto, quando chegaram os soldados para prendê-lo, Ele disse: “Esta é a vossa hora e o poder das trevas” (Lc 22,53). O aparecimento deste Anjo mostra-nos que agora é a decisão da luta entre os Anjos bons e os Anjos maus, os demônios- essa luta que começou na provação dos Anjos, e na qual os anjos caídos perderam seu lugar no Céu. Jesus avisou antes de sua Paixão: “agora é o juízo deste mundo. Agora será lançado fora o príncipe deste mundo” (Jo 12,31). Quer dizer que Ele lançará fora o diabo. Vemos, então , como são decisivas estas horas de Cristo no Horto.
Queremos vigiar com Ele pedindo a ajuda necessária deste Anjo do Horto. Queremos tornar-nos imitadores deste Anjo e consolar Jesus em todos os Sacrários do mundo, nos quais Ele continua a sofrer o abandono que sofrera no Horto, e fortalecer os Seus Sacerdotes com a nossa humilde oração.


Anjo que consolou Jesus no Horto, consolai-me!!!! Consolai-nos!!


Fonte: Lendo na Paixão do Senhor